Dark Side of The Moon – Eu fui !

Eu FUI!

E foi exageradamente bom. Show com Roger Waters, turnê Dark Side of The Moon, acerca de 300m do palco.

Tive algumas turbulências antes de ir, trabalho, problemas a serem resolvidos, etc. Mas consegui embarcar em um vôo as 20h pela BRA, com chegada prevista no Galeão as 21:30, pensei “bom, vou perder o ínicio do show” isso se os controladores de tráfego, fizessem o seu dever. E não é que decolei as 20:15 aproximadamente ! Excelente.

Ao chegar no Galeão liguei para o rádio taxi recomendo pelos colegas cariocas (aquele com um descontinho, que te pega no embarque), então depois de zanzar uns 5min, encontro o táxi e fomos para a apoteose. Ao chegar nas imediações, já percebo a multidão, chego no portão, já desembarco e vou para a entrada, desfilo na sapucaí, para chegar até o local do show, ao chegar, penso “uma foto aqui seria muito bacana“, fui procurar a bendita, e ? então lembro que na correria para sair de Brasília, esqueci a camera fotográfica, êita caboclo burro




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Mas ao chegar perto das catracas, o som de Mother já é percebido, o sangue começa a ferver, e a vontade de ter super poderes, para chegar logo, perto do palco. Ao passar pela catraca, percebi a maluca “Shine on you crazy diamond”… “todos devem sair da minha frente“, pensei, “quero chegar logo lá na frente“. Depois de me posicionar em um lugar que era o máximo que consegui chegar, sem ser muito mal educado e passar na frente dos outros, começei a ver o lugar, qualidade do som, telão, decoração e efeitos, etc.

Logo em seguida, começou “Wish You Were Here”, então lembro que tenho de ligar para minha esposa, para dar um alô, que estava tudo bem, e que não fui erroneamente para algum outro lugar perigoso. Ela também curte um pouco do som, apesar de que não sei como conseguíamos manter algum nível de conversação, considerando o volume do som. Depois meu filho, que escutar um pouco o som “Poxa, queria que eles estivessem comigo” eu penso. Então, lembro de ligar para o Umberto, e dar um gostinho para ele, que também estava com vontade de ir ao show.




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Então ocorreu uma pausa no show, pois apesar de ser um Pink Floyd, Waters de 63 anos, precisa retomar um fôlego, para começar de fato Dark Side of The Moon. Pude apreciar melhor a armação do show, o super telão de alta definição. Apenas no fim do show, percebi, que a garrafa imensa no palco, não era algo físico, mas que estava no telão, e eu pensava que era uma garrafa gigante. Notei muitos senhores na faixa dos 50 anos, com as camisetas do show, achei aquilo muito bacana.

O legal do show, foi que eu paguei a entrada, e recebi a fumaceira da “erva” de graça, claro que depois de expelida pelo seus respectivos proprietários.

Então que o show volta, o telão passando imagens psicodélicas, digno de um dark side. A êxtase acompanha cada música, o refrão cantado junto, a gritaria, alguns pulos, pois aqui não é show com cadeira marcada.

Então que aparece o famigerado porco inflável flutuante, com manifestações escritas, passando por cima de todos. Eis que depois de algum tempo, soltam o porco! Caraca, cade o controlador de vôo para este porco ? Depois de dezenas de minutos, ainda era possível ver algum sinal do porco no ceu, um céu negro, como o dark side.




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As próximas músicas, são para treinar o fôlego, “Breathe”, “Time”, “Us and Them”, “The Great Gig In The Sky”, “Money”, músicas memoráveis e impressionantes. Muitos efeitos no telão, performances dos componentes da banda, alguns solos, muitas lembranças.

Ao final, desce do teto do palco, uma pirâmide cujas arestas são raios laser, que borrifados com um vapor, ficou muito bacana, que depois projetaram como o prisma da capa do disco temático da turnê.

Então Roger despede-se e agradece ao público, a 2a pausa. Ao retornar com várias crianças de um programa social carioca, começa “The Happiest Days Of Our Lives” e “Another Brick In The Wall” com as crianças, participantes ativas da música.

“Vera” entrou em cena, fazendo a adrenalina chegar a níveis alarmantes, demais mesmo. Essa música junto com “Bring the Boys Back Home” é marcante para mim, lembra-me muito da performance no show “The Wall – Live in Berlim”, emocionante.

E para fechar, “Comfortably Numb”, que foi o hit que todos acompanharam, algo inesquecível. O solo de guitarra, só quem já participou de um desses sabe como é.

Ao final do show, fui com uma galera que encontrei por lá, tomamos um chope em copacabana, onde eu era o único alienígena que trabalha com informática, depois fui dormir na casa da Daniela Gomes, que só tenho a agradecer, por aceitar que eu a incomodasse de madrugada, meu sincero agradecimento “muito obrigado”.

A noite antes de voltar para casa, passei num boteco e comi um sanduíche que tinha mais recheio do que pão, muito bom.




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Para complementar seguem alguns links, sobre o show no Rio.

http://whiplash.net/materias/news_901/053635-rogerwaters.html

http://musica.uol.com.br/album/roger_waters_rj_album.jhtm

http://musica.uol.com.br/ultnot/reuters/2007/03/24/ult279u6426.jhtm

http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI1506075-EI1267,00.html

http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI1504771-EI1267,00.html

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2007/03/25/295078168.asp

http://g1.globo.com/Noticias/0,,GF42589-7085,00.html

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL13821-7085,00.html

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